ATIVO DOMINADOR

CONTO EROTICO - TURISTA SUBMISSO E OBEDIENTE 




Recebo a mensagem do cliente canadense na sua primeira vez no Rio querendo servir um brasileiro. Preço e duração da sessão combinados ele veio. ( Turistas estrangeiros em sua maioria são bastante generosos ).
Entrou no meu apto com a humildade de um cão fiel diante do seu dono, e sem falar muito se colocou á minha disposição. O vesti com a calcinha e cinta liga e comecei com humilhação verbal enquanto ele agradecia 'Thank you sr'.

Quanto mais era humilhado mais agradecia. Sentei no meu trono, posicionei meu pé na sua cara e de quatro no chão ele babava e lambia meu pé com vontade. Ver meus pés sendo admirados e idolatrados por um submisso de calcinha é uma condição de poder que me excita fortemente.
Coleira no seu pescoço o arrastei de quatro até a cama e preparei seu traseiro para ser punido. Cada vez que ele sentia a força da palmatória de couro na bunda me agradecia com a voz baixa e pequena. Com ele totalmente entregue e vulnerável fiz o que quis.


Enquanto as humilhações continuavam eu preparava seu cu com os dedos para ser alargado fazendo movimentos circulares e contínuos. Subserviente, ele gemia e rebolava seu traseiro branco deixando meus dedos passearem no seu buraco quente e pulsante de tesão. Pica muito dura botei o preservativo e sem avisar soquei de uma vez e usei se rabo como quis durante um tempo. Sua bunda era muito gostosa com calcinha fio dental preta enfiada do rabo , uma  fêmea servindo seu macho e agradecendo repetidamente. "Thank you Sr ".

Humildemente pediu para tomar meu mijo, permiti mas com a condição que e engolisse tudo sem desperdiçar nada. O autêntico submisso deseja ser punido, então deixou escapar um pouco do liquido quente que jorrava na sua garganta. Eu esperava por isso. Humilhado verbal e psicologicamente pelo erro cometido ordenei que lambesse as gotas caídas no chão até não sobrar nada. Preparei o consolo preto grosso de 27 cm para que sentasse enquanto tomava o mijo que restava entre tapas e cuspe na cara.

Pediu um minuto, estava com sede. Não se nega água a ninguém, então despejei a garrafa de agua gelada na sua cara sem que ele esperasse por isso. Sua satisfação era evidente e seu olhar que implorava perdão não me impressionou, ordenei que pegasse um pano de chão e de quatro secou toda a área molhada . Fazendo a limpeza ele oferecia seu rabo usado e molhado merecendo assim mais pica no cu. Montado em cima dele soquei mais e com força fazendo  ele gozar sem tocar no pau. Exausto me agradeceu com lagrimas nos olhos.






ADZSRJ

No comments:

Post a Comment

Instagram